Histórico
 18/12/2005 a 24/12/2005
 04/12/2005 a 10/12/2005
 27/11/2005 a 03/12/2005
 03/07/2005 a 09/07/2005
 05/06/2005 a 11/06/2005
 29/05/2005 a 04/06/2005
 15/05/2005 a 21/05/2005
 24/04/2005 a 30/04/2005
 17/04/2005 a 23/04/2005
 13/02/2005 a 19/02/2005
 23/01/2005 a 29/01/2005
 16/01/2005 a 22/01/2005
 26/12/2004 a 01/01/2005
 12/12/2004 a 18/12/2004
 05/12/2004 a 11/12/2004
 28/11/2004 a 04/12/2004
 21/11/2004 a 27/11/2004
 07/11/2004 a 13/11/2004
 31/10/2004 a 06/11/2004
 17/10/2004 a 23/10/2004
 10/10/2004 a 16/10/2004


Outros sites
 Aenigma vitae
 A caverna da Ogra
 A cidade a margem da meia-noite
 Decadência Urbana
 Fubangos e Varzeanos Inc.
 Lady Clementine
 Levi na Internet
 Museu de Grandes Novidades
 Pensamento e Expressão
 Por um triz
 Victoria, Soledad y yo



O que é isto?
ventus_mortis
 

Da série eu e a imprensa - parte única

Aí eu já contei que vou a Córdoba, tudo bem. Ontem estava envolvida com meus afazeres pedagógicos, quando batem na minha sala de aula: o Diário Gaúcho foi me entrevistar juntamente com os alunos que terão a honra de passar 5 dias inteirinhos do meu lado. Depois de eu gastar boa parte do meu latim citando  Freinet e ressaltando o fato de que pela primeira vez os alunos estavam escrevendo de verdade, com sentido e não só para ganhar nota, a reportagem, não satisfeita nos coloca na capa do citado jornal e reduz minha fala a: "Lá eles também estão entusiasmados."

Resumindo: não dou mais entrevistas. (só risada, eu mereço...)

Bueno, o fato é que volto domingo, daí se preparem...

beijo grande!

 



 Escrito por Proserpina às 07h49 [] [envie esta mensagem]



Pra não dizer que não sou culta...

Aí, tirando o livro novo do Eduardo Galeano, eu só pude comprar os "pocket" da vida. Mas eu comprei uns tão bons que fiquei tri feliz. Um deles é da série "Nomes de Deuses" da Unesp, sobre o André Comte-Sponville (O alegre desespero). Tem uma parte que queria dividir com vocês, seguinte:

"Simplesmente diz-no Montaigne: 'Enquanto não aceitares a idéia de tua própria morte, não podes aceitar a vida tal qual ela é. Se amas a vida, ou se dizes amar a vida, e não aceitares a morte, não amas a vida tal qual ela é, porque a vida inclui a morte.'

Em outras palavras, para Montaigne, filosofar é aprender a morrer, porque filosofar é aprender a viver. A morte faz parte da vida. Daí esse descuido. Gosto dessa bela frase: 'e que a morte me encontre plantando meus repolhos, mas descuidado dela e ainda mais de meu jardim imperfeito...'. Não é preciso encerrar-se na angústia, pensar na morte permanentemente com temor e tremor; é preciso aceitá-la serenamente e gozar a vida tal qual ela é, tal qual ela passa, na sua imperfeição, nas nossas imperfeições e na sua finitude."

Então tá, quem me chamar de mórbida de novo vai ver só.

beijo grande!



 Escrito por Proserpina às 00h00 [] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]